O que mudou o Marketing de Conteúdo em 2016

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O Marketing de Conteúdo sofreu grandes impactos na forma de relacionamento com o consumidor. A velocidade das informações graças ao desenvolvimento digital permite que mais pessoas tenham acesso a informação imediatamente.

Pesquisa recente da IDC Brasil, entre os meses de julho e setembro de 2016 detectaram que foram comercializados 11,1 milhões de smartphones.

Através do levantamento feito pela Futuro Digital em Foco Brasil 2015, os usuários de internet móvel no Brasil crescem 7% nos últimos seis meses e chegam a 38,3 milhões. Ainda segundo o relatório, brasileiros gastam 650 horas por mês em redes sociais.

Números do volume de acesso impressionam

Até 2019, 785,3 milhões de equipamentos brasileiros estarão conectados na Internet e 10,5 bilhões em todo o mundo. O Brasil terá uma fatia de 7% do mercado global.

Um estudo recente diz que as empresas deverão aderir a mobilidade para absorver os consumidores usuários de aplicativos e dispositivos móveis. E, os gastos de TI com tecnologias móveis devem aumentar mais de 50% nos próximos 2 anos.

Para conseguir fazer parte de todo esse mundo de pessoas que terão acesso as informações, será necessário ficar atento aos fatores que farão a diferença e destacarão seus negócios dos demais.

Andy Priesler, especialista em Marketing de Conteúdo, desenvolveu um cenário com quatro situações fundamentais nos negócios digitais em 2016:

1 – Maior prioridade para usuários de tecnologia móvel;

2 – O uso de imagens e vídeos tiveram grande importância na criação de conteúdos originais;

3 – Os conteúdos procurados são mais personalizados. As pessoas estão escolhendo acompanhar aquilo que realmente as interessam;

4 – Maior aceitação das empresas pela colaboração dos consumidores no desenvolvimento de projetos.

Sai na frente quem fornece informação fácil de ser encontrada

Os números de usuários de computadores e notebooks tem caído. Dispositivos móveis tem algumas vantagens e saem na frente: facilidade de utilização através do toque da tela, acesso imediato a informação, procurar pelos conteúdos que realmente interessam são algumas delas.

Quando muitas pessoas tem acesso a volume de informação muito grande, a forma como estas informações serão compartilhadas no momento da construção dos conteúdos irá diferenciar conteúdo relevante e que encante daquilo que já é comum.

Suzanne Gebauer do thesocialms.com, lista 10 fatores surpreendentes para quem quer gerar conteúdo online em 2017.

Um deles diz que 6 em cada 10 pessoas irão compartilhar um link sem ler primeiro o conteúdo. Outro ponto que ela chama atenção é na maneira como os títulos dos conteúdos devem ser desenvolvidos. Segundo Suzanne, 8 em cada 10 pessoas leem o título e, apenas 1 dos 10, irão ler o conteúdo.

A utilização de conteúdos originais é outro fator importante. Imagens, vídeos e gráficos são decisivos na hora de chamar a atenção dos usuários. Mas, gerar conteúdo relevante não deve ser feito em grandes quantidades de qualquer maneira.

Segundo a HubSpot, o segredo não é a quantidade, mas o planejamento, relevância e consistência e foco no resultado.

Conteúdo personalizado será o diferencial

Outro artigo da HubSpot mostra que pessoas não querem ser convencidos a comprar aquilo que não desejam e que o ‘novo Marketing’ coloca os indivíduos e seus ideais na frente dos lucros estabelecendo uma conexão emocional.

Veja isso:

75% das pessoas não acreditam em anúncios;

60% dos consumidores se sentem mais confiantes a respeito de uma companhia depois de ler conteúdo personalizado em seu site;

93% das experiências online começam com uma ferramenta de busca;

84% das pessoas de 25 a 34 anos abandonam um site favorito por causa de anúncios intrusivos;

68% dos consumidores vão às redes socais para lerem publicações sobre produtos.

Lembra dos impressionantes números mostrados acima? Pessoas, a todo momento estão tendo acesso a todo tipo de conteúdo. E, elas não irão acompanhar aquilo que não trará desejo para elas.

Empresas passam a querer que consumidores ajudem no desenvolvimento de seus produtos

Existe um termo muito usado atualmente no desenvolvimento de projetos que envolvem colaboração, o Crowdsourcing, que é um modelo de produzir em parceria com o conhecimento coletivo, desenvolvendo soluções para produtos.

Um grande diferencial do crowdsourcing é o enorme fluxo de troca de informações e conhecimentos. Existem diversos sites brasileiros que adotam este modelo de colaboração.

Um exemplo é o Uber que utiliza um conceito de colaboração chamada Sharing Economy – economia compartilhada.

Seres humanos são colaboradores naturais e Design Thinkers, quando o foco é gerar novas soluções.

Tem um livro chamado Design Thinking – Inovação em Negócios, que nos brinda com uma aprofundada visão na formulação de questionamentos. Perguntas que precisam ser respondidas a partir das informações coletadas durante a observação do universo que permeia o problema mostrando que a solução não é derivada do problema, mas sim, que ela se encaixa nele.

Podemos concluir então, que está mais do que provado que cabe a nós, facilitar o processo de busca e visualização, gerando desejo e interesse das centenas de milhares de potenciais consumidores.

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